Page 68 - Gestão Primme - 10ª Edição
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m um sistema de saúde cada vez mais tem escala, tecnologia e governança”. Ao deslocar
pressionado por eficiência e qualidade, essa responsabilidade, os hospitais passam a ope-
Ea esterilização de materiais hospitalares rar com maior previsibilidade, especialmente no
começa a assumir um papel estratégico dentro da ambiente cirúrgico, reduzindo riscos e aumentando
cadeia assistencial. A experiência conduzida no a aderência a padrões de qualidade.
Amazonas ilustra como a reorganização desse Presente no estado desde 2015, a operação
processo pode gerar impacto direto na operação envolve mais de 400 colaboradores, distribuídos
hospitalar e nos desfechos clínicos. em cinco centrais de esterilização e 14 unidades
A atuação acontece por meio de uma parceria de desinfecção. Trata-se de uma estrutura dese-
público-privada com a Secretaria de Estado de nhada para operar em larga escala e com tole-
Saúde, na qual a operação assume integralmente rância zero a falhas, característica que impõe de-
o processamento de produtos para saúde da rede safios relevantes, especialmente na manutenção
estadual. O modelo é centralizado e industrializa- da excelência contínua e na formação de equipes
do, concentrando em uma única estrutura todas as altamente qualificadas.
etapas, da coleta de materiais contaminados até a Ao mesmo tempo, o modelo exige integração
devolução em condições seguras para uso clínico. com as unidades de saúde, que precisam manter
Segundo Sérgio Pacheco, diretor de Operações padrões adequados de armazenamento e manu-
da Esteriliza, “é um modelo que tira a complexida- seio dos materiais, evitando desvios que possam
de de dentro do hospital e coloca na mão de quem comprometer a cadeia.
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