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Gestão orientada por valor e dados


                Nos  últimos  anos,  o  modelo  de  gestão  do
             Grupo evoluiu para sustentar crescimento com
             consistência operacional. A estratégia está es-
             truturada em três eixos: valor assistencial (des-
             fecho  x  custo),  gestão  orientada  por  dados  e
             integração entre assistência e tecnologia. Esse
             alinhamento permite decisões baseadas em evi-
             dências, com impacto direto na eficiência e na
             qualidade do cuidado.
                A governança é reforçada por áreas estra-
             tégicas como Qualidade & Processos Insti-
             tucional,  Viabilidade  Técnica  &  Econômica  e
             Planejamento Estratégico, que atuam de forma
             integrada no mapeamento de ações e na otimi-
             zação de recursos. O resultado é uma operação
             respaldada  por  certificações  relevantes,  como
             ONA  III,  ISO  9001  e  Qmentum  Diamond.  “As
             certificações têm papel fundamental na eficiên-
             cia operacional, na melhoria da comunicação e
             na redução de desperdícios”, destaca Ventura.
                Mesmo diante de cenários de pressão, algu-
             mas práticas são tratadas como inegociáveis.
             Clareza  estratégica,  disciplina  financeira,  ges-
             tão por indicadores e cultura de accountability
             formam a base da instituição. Esse conjunto ga-
             rante consistência na tomada de decisão e ra-
             pidez na execução, atributos essenciais em um
             ambiente cada vez mais dinâmico.
                A liderança interna também passou por uma
             transformação relevante. O modelo tradicional,
             baseado predominantemente em expertise téc-
             nica, deu lugar a uma abordagem orientada por     “A diferença entre uma instituição
             dados  e  performance.  “O  contexto  atual  exige
             líderes capazes de interpretar indicadores, in-      que acompanha o mercado
             clusive de gestão de pessoas, e atuar como          da saúde e uma que lidera de
             protagonistas na condução de equipes de alta       fato não está somente no uso da
             performance”,  explica  o  CEO  que  também  é     tecnologia ou no tamanho, mas
             vice-presidente  da  FBAH  –  Federação  Brasi-
             leira dos Administradores Hospitalares; diretor-    principalmente na mentalidade
             -financeiro  da  Federação  das  Santas  Casas  e    de gestão, na velocidade da
             Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo      execução e na capacidade de
             (FEHOSP) e vice-diretor da Associação Comer-      influenciar o modelo de cuidado.”
             cial de São Paulo.
                Essa mudança fortalece o alinhamento entre
             estratégia e operação, além de impulsionar re-
             sultados institucionais.

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